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Institucional - IPUSP
A Psicologia surgiu na Universidade de São Paulo por ocasião de sua fundação, como uma das cadeiras do curso de Filosofia, fundado pela missão francesa em 1934. Foram chefes dessa cadeira: Etienne Bome (1934- 1935), Jean Maugüé (1935-1944), Otto Klineberg (1945-1947), Annita de Castilho e Marcondes Cabral (1947-1968).
Em 1938 foi fundado o Curso de Pedagogia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, oriundo do Curso de Professores (criado em 1933) no Instituto de Educação (que foi agregado à USP em 1934) e que já contava com uma cadeira de Psicologia Educacional. Foram chefes dessa cadeira de 1938 a 1954, Noemi Silveira Rudolfer e de 1954 a 1970 Arrigo Leonardo Angelini.
Em 1953 a Congregação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, por proposta de Annita de Castilho e Marcondes Cabral, aprova a criação do Curso de Psicologia na Universidade de São Paulo.
Em 1954 Annita Castilho Cabral criou junto à sua Cadeira de Psicologia do Departamento de Filosofia uma especialização em Psicologia Clínica, convidando para isto os professores Durval Marcondes, Anibal Silveira e Cícero Cristiano de Souza.
Em 1957, a lei nº 3.862 de 26 de maio, cria o Curso de Psicologia que inicia seu funcionamento na Faculdade de Filosofia da USP em 1958. Este curso foi formado pela Cadeira de Psicologia Educacional (Curso de Pedagogia) e pela Cadeira de Psicologia (Curso de Filosofia), que se desdobrou em Psicologia Clínica e Psicologia Experimental e Social.
A profissão de psicólogo foi regulamentada pela Lei no 4119, de 27 de agosto de 1962, que também dispõe sobre os cursos de formação em Psicologia.
Em 1969 foi criado o Instituto de Psicologia (IP) pelo decreto nº 52.326, do Governador do Estado. Em 1970 é instalado, tendo como primeiro Diretor o Professor Arrigo Angelini, (1970-1974). Seguiram-se Dante Moreira Leite (1974-1976), Arrigo Angelini (1976- I1980), Maria José Aguirre (1980-1984), Arrigo Angelini (1984-1988), Zelia Ramozzi-Chiarottino (1988-1992), Sylvia Leser de Mello (1992-1996), Lino de Macedo (1996-2000), César Ades (2000-2004) e Maria Helena Souza Patto (2004-2008) . Formam este Instituto quatro Departamentos: Departamento de Psicologia da Aprendizagem, Desenvolvimento e da Personalidade, oriundo da Cadeira de Psicologia Educacional e os Departamentos de Psicologia Clínica, Psicologia Experimental e Psicologia Social, oriundos da Cadeira de Psicologia Clínica e da Cadeira de Psicologia Experimental e Social.
A lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que entrou em vigor no país em 1961, incluiu formalmente os cursos de pós-graduação como parte integrante da educação brasileira. Esses cursos foram formalizados através de legislação específica em 1965, pelo Conselho Federal de Educação, definidos em dois sentidos: stricto sensu e sensu lato.
A pós-graduação stricto sensu foi definida como "o ciclo de cursos regulares em seguimento à graduação, sistematicamente organizados, visando desenvolver e aprofundar a formação adquirida no âmbito da graduação e conduzindo à obtenção do grau acadêmico de mestre ou doutor."
A pós-graduação lato sensu foi entendida como todo e qualquer curso que se segue à graduação, com objetivo técnico profissional específico, sem abranger de modo mais profundo a área de conhecimento em que se insere a especialidade: são os cursos de especialização ou aperfeiçoamento, visando o aprimoramento profissional e conferindo o certificado e não o título acadêmico.
Em 1969 foram definidas as normas do credenciamento dos cursos de pós-graduação no país. O credenciamento que ficou a cargo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES), consiste num procedimento formal pelo qual a qualidade dos cursos deve ser reconhecida, e tornou-se necessário para que o diploma de Mestre ou Doutor tenha validade nacional, isto é, seja automaticamente reconhecido por qualquer instituição dentro do país.
Já no ano de 1970, foram criados no Instituto de Psicologia os cursos de Pós-Graduação, nível mestrado, em Psicologia Escolar e em Psicologia Experimental. Em 1975, em Psicologia Clínica, em 1976 em Psicologia Social. Em 1992, foi criado o curso de Pós-Graduação na área de Neurociências e Comportamento. A Pós-Graduação em nível de doutorado surgiu um pouco depois, na mesma sequência temporal: Psicologia Escolar e Experimental em 1974, Psicologia Clínica em 1982, Psicologia Social em 1989, Neurociências e Comportamento em 1992.
Todos estes cursos receberam credenciamento dos órgãos competentes.
Atualmente o IP compõe-se de quatro departamentos:
» Psicologia da Aprendizagem do Desenvolvimento e Personalidade (PSA)
» Psicologia Clínica (PSC)
» Psicologia Experimental (PSE)
» Psicologia Social e do Trabalho (PST)
O IP oferece cursos regulares de graduação e pós-graduação para um corpo discente de respectivamente 470 e 557 alunos. Para desempenhar suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, o IP conta, no ano de 2006, com 86 docentes e 149 funcionários, dos quais 22 são técnicos especializados de nível superior e auxiliam diretamente nas atividades fins do instituto.
O IP está instalado em diversos prédios nos quais estão localizadas salas de aula, salas de docentes, laboratórios de ensino e de pesquisa, serviços de atendimento e serviços administrativos. Além das Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado que orientam, seus docentes têm uma produção científica contínua, divulgada através de intensa participação em eventos nacionais e internacionais e publicações de livros e artigos em periódicos especializados. Essa produção encontra-se registrada no Banco de Dados Bibliográficos da USP - DEDALUS - Módulo Produção
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A Psicologia surgiu na  Universidade de São Paulo por ocasião de sua fundação, como uma das cadeiras do curso de Filosofia, fundado pela missão francesa em 1934. Foram chefes dessa cadeira: Etienne Bome (1934- 1935), Jean Maugüé (1935-1944), Otto Klineberg (1945-1947), Annita de Castilho e Marcondes Cabral (1947-1968).

Em 1938 foi fundado o Curso de Pedagogia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, oriundo do Curso de Professores (criado em 1933) no Instituto de Educação (que foi agregado à USP em 1934) e que já contava com uma cadeira de Psicologia Educacional. Foram chefes dessa cadeira de 1938 a 1954, Noemi Silveira Rudolfer e de 1954 a 1970 Arrigo Leonardo Angelini.

Em 1953 a Congregação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, por proposta de Annita de Castilho e Marcondes Cabral, aprova a criação do Curso de Psicologia na Universidade de São Paulo.

Em 1954 Annita Castilho Cabral criou junto à sua Cadeira de Psicologia do Departamento de Filosofia uma especialização em Psicologia Clínica, convidando para isto os professores Durval Marcondes, Anibal Silveira e Cícero Cristiano de Souza.

Em 1957, a lei nº 3.862 de 26 de maio, cria o Curso de Psicologia que inicia seu funcionamento na Faculdade de Filosofia da USP em 1958. Este curso foi formado pela Cadeira de Psicologia Educacional (Curso de Pedagogia) e pela Cadeira de Psicologia (Curso de Filosofia), que se desdobrou em Psicologia Clínica e Psicologia Experimental e Social.

A profissão de psicólogo foi regulamentada pela Lei no 4119, de 27 de agosto de 1962, que também dispõe sobre os cursos de formação em Psicologia.

Em 1969 foi criado o Instituto de Psicologia (IP) pelo decreto nº 52.326, do Governador do Estado. Em 1970 é instalado, tendo como primeiro Diretor o Professor Arrigo Angelini, (1970-1974). Seguiram-se Dante Moreira Leite (1974-1976), Arrigo Angelini (1976- I1980), Maria José Aguirre (1980-1984), Arrigo Angelini (1984-1988), Zelia Ramozzi-Chiarottino (1988-1992), Sylvia Leser de Mello (1992-1996), Lino de Macedo (1996-2000), César Ades (2000-2004) e Maria Helena Souza Patto (2004-2008) . Formam este Instituto quatro Departamentos: Departamento de Psicologia da Aprendizagem, Desenvolvimento e da Personalidade, oriundo da Cadeira de Psicologia Educacional e os Departamentos de Psicologia Clínica, Psicologia Experimental e Psicologia Social, oriundos da Cadeira de Psicologia Clínica e da Cadeira de Psicologia Experimental e Social.

A lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que entrou em vigor no país em 1961, incluiu formalmente os cursos de pós-graduação como parte integrante da educação brasileira. Esses cursos foram formalizados através de legislação específica em 1965, pelo Conselho Federal de Educação, definidos em dois sentidos: stricto sensu e sensu lato.

A pós-graduação stricto sensu foi definida como "o ciclo de cursos regulares em seguimento à graduação, sistematicamente organizados, visando desenvolver e aprofundar a formação adquirida no âmbito da graduação e conduzindo à obtenção do grau acadêmico de mestre ou doutor."

A pós-graduação lato sensu foi entendida como todo e qualquer curso que se segue à graduação, com objetivo técnico profissional específico, sem abranger de modo mais profundo a área de conhecimento em que se insere a especialidade: são os cursos de especialização ou aperfeiçoamento, visando o aprimoramento profissional e conferindo o certificado e não o título acadêmico.

Em 1969 foram definidas as normas do credenciamento dos cursos de pós-graduação no país. O credenciamento que ficou a cargo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES), consiste num procedimento formal pelo qual a qualidade dos cursos deve ser reconhecida, e tornou-se necessário para que o diploma de Mestre ou Doutor tenha validade nacional, isto é, seja automaticamente reconhecido por qualquer instituição dentro do país.

Já no ano de 1970, foram criados no Instituto de Psicologia os cursos de Pós-Graduação, nível mestrado, em Psicologia Escolar e em Psicologia Experimental. Em 1975, em Psicologia Clínica, em 1976 em Psicologia Social. Em 1992, foi criado o curso de Pós-Graduação na área de Neurociências e Comportamento. A Pós-Graduação em nível de doutorado surgiu um pouco depois, na mesma sequência temporal: Psicologia Escolar e Experimental em 1974, Psicologia Clínica em 1982, Psicologia Social em 1989, Neurociências e Comportamento em 1992.

Todos estes cursos receberam credenciamento dos órgãos competentes.

Atualmente o IP compõe-se de quatro departamentos:

O IP oferece cursos regulares de graduação e pós-graduação para um corpo discente de respectivamente 470 e 557 alunos. Para desempenhar suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, o IP conta, no ano de 2006, com 86 docentes e 149 funcionários, dos quais 22 são técnicos especializados de nível superior e auxiliam diretamente nas atividades fins do instituto.

O IP está instalado em diversos prédios nos quais estão localizadas salas de aula, salas de docentes, laboratórios de ensino e de pesquisa, serviços de atendimento e serviços administrativos. Além das Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado que orientam, seus docentes têm uma produção científica contínua, divulgada através de intensa participação em eventos nacionais e internacionais e publicações de livros e artigos em periódicos especializados. Essa produção encontra-se registrada no Banco de Dados Bibliográficos da USP - DEDALUS - Módulo Produção.
 


Instituto de Psicologia da USP

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CEP 05508-030
Cidade Universitária - São Paulo - SP

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