Seminário Internacional: Fenomenologia da Vida (FdV) em Michel Henry e as psicoterapias | 25 e 26/09/2014, 14h às 17h Imprimir E-mail
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Objetivos

A reflexão crítica sobre as psicoterapias levada a cabo pela fenomenologia da vida, tal como se tem vindo a fazer a partir de Michel Henry, legitima o que podemos chamar de pressupostos fenomenológicos das psicoterapias. Michel Henry ao mostrar que, na subjetividade humana, o pathos ou a afetividade é a mais originária revelação da nossa condição, entrelaça nas questões da fenomenologia as questões da psicoterapia, porquanto,  nestas, o sofrimento é revelado como afeto, ainda que na forma mais física da dor. Compreender a condição humana como afeto é articular as possibilidades ou impossibilidades de habitabilidade do sofrimento que a fenomenologia na esteira de Husserl e de Heidegger expressa diferentemente: o que para Michel Henry é certeza «aí onde sofro é onde mais estou» é para Merleau-Ponty questão «mas está aí aquele que pensa…sofre?». A vulnerabilidade originária do afeto ou vulnerabilidade originária do sofrimento abre quer a fenomenologia quer às psicoterapias novos domínios de investigação. O laço que une o eu às suas vivências é o mesmo laço que une o eu à vida. E ainda que esta se mostre como um «fundo» de excedência (Kafka) esta dá-se a um eu em apelo de mobilização e de transformação. Articularemos o sentimento de excedência do sofrimento – o poder do sentimento – com o desejo originário de o modalizarmos – o sentimento de poder. Ou seja articularemos os resultados das nossas investigações desde 2010 e que acabam de ser editados pela Escuta sob o título Fenomenologia da Vida de Michel Henry: interlocução entre filosofia e psicologia (2014) com as investigações iniciadas em 2013 com o tema da corpopropriação do que em nós se vive como excesso e sofrimento.

 

Justificativa

Compreender como é que o que Husserl chamou de crise das ciências se transformou em crise do sujeito e crise da cultura, é compreender como é que a redefinição do paradigma científica passa pela redefinição do sujeito, ou mais explicitamente do humano e da cultura. Este tem sido o trabalho da fenomenologia da Vida tal como a expressou Michel Henry e tal como tem sido estudada em diferentes  contextos universitários (Louvain, Freiburg, Osaka, Beirute, Lisboa, Paris, São Leopoldo/RS, São Paulo). Interessa-nos em especial a correlação entre fenomenologia e abordagens psicoterapêuticas. Uma abordagem que mais do que ocasional se tem revelado essencial: o acesso e manejo terapêutico do afeto tem na abordagem fenomenológica e a fenomenologia de Michel Henry tem aberto a novas possibilidades.

 

Entrada franca – Sala Aurora – Bloco B – IPUSP.

 

Link para Inscrição: http://goo.gl/lrWWtF

 

Núcleo de pesquisa e Laboratório Prosopon - πρόσωπον

 

 


Instituto de Psicologia da USP

Av. Prof. Mello Moraes 1721
CEP 05508-030
Cidade Universitária - São Paulo - SP

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