Histórico Imprimir E-mail
PÓS-GRADUAÇÃO - Programa de Pós - Psicologia Experimental

tit_pos

O curso de Pós-Graduação em PSICOLOGIA EXPERIMENTAL está vinculado ao Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. O funcionamento do curso foi autorizado pela Câmara de Pós-Graduação do CEPE (Processo 4109-70), em 07/05/1970, em nível de mestrado e, em 21/01/1974, em nível de doutorado. Em 05/12/1980, estes níveis foram credenciados pelo Conselho Federal de Educação (processo CFE 2333/79) e foram recredenciados conforme parecer CFE 509/86 e Proc. CAPES 23.038.003.788/85-38. O Programa conta com apoio institucional da CAPES, CNPq e FAPESP, na forma de bolsas de mestrado, doutorado, pós-doutorado e produtividade em pesquisa, além de financiamento de projetos.

Desde a sua criação até o presente, o Programa titulou 467 mestres e 370 doutores. Grande parte dos professores e pesquisadores em Psicologia, que atuam nas universidades brasileiras, é egressa do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Experimental. O Programa recebeu o conceito máximo de avaliação CAPES/PÓS-GRADUAÇÃO (nota 7) nos quatro últimos triênios (2001-2003, 2004-2006, 2007-2009 e 2010-2012), além do prêmio internacional “Enduring Programmatic Contribution for the Development of Behavior Analysis 2013”, concedido pela Association for Behavior Analysis International.
                
Historicamente, o Programa teve e tem em seu corpo docente pesquisadores de referência nacional e internacional, muitos deles com atuação importante em política científica e de educação que vai além de suas áreas pesquisa.
               
Destaca-se a atuação da professora emérita do IPUSP Carolina Bori (1924-2004), que na década de 70, durante 15 anos, coordenou e consolidou a Pós-Graduação, tendo sido Presidente da Comissão de Pós-Graduação em Psicologia do Instituto de Psicologia da USP. Ajudou a criar a Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (ANPEPP). Na década de 60, o seu papel foi fundamental para a consolidação da Psicologia no País como ciência e como profissão. Sua atuação à frente da Associação Brasileira de Psicologia, e mais tarde junto à Sociedade de Psicologia de São Paulo, garantiu a regulamentação da profissão de psicólogo no País e do decreto-lei que determina o currículo mínimo para a formação em Psicologia. Como Presidente da Comissão de Especialistas de Psicologia do MEC (1995-1996) e membro da mesma comissão nas gestões subsequentes, até 2002, teve um papel destacado na definição das Diretrizes Curriculares para o Curso de Graduação em Psicologia.
                 
Destacam-se também a atuação dos Professores Walter Hugo de Andrade Cunha e César Ades. O Professor Walter Hugo introduziu a Etologia no Brasil e instalou o primeiro Laboratório de Psicologia Animal no Porão de um Palacete da Alameda Glete que sediava o curso de Psicologia, criado na USP em 1958 junto à FFCL-USP. Walter Hugo foi responsável pela formação de toda uma geração de pesquisadores que trabalham na perspectiva psicoetológica, entre os quais César Ades (1943-2012), cuja tese de doutorado orientou. Professor titular do Departamento de Psicologia Experimental, César foi Diretor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, de 2000 a 2004. Fundou a Sociedade Brasileira de Etologia, que presidiu de 1993 a 1998, e a Revista de Etologia. Em 2008, assumiu a cadeira número 19 da Academia Paulista de Psicologia. César é reconhecido por sua contribuição para o desenvolvimento da psicologia como profissão no País e trabalhava na formação de um grupo para discussão de uma agenda estratégica para o futuro da Psicologia. Em 2010, organizou uma mesa sobre esse assunto no III Congresso Brasileiro de Psicologia: Ciência e Profissão. Pela sua contribuição à Psicologia brasileira, o Conselho Federal de Psicologia criou o “Prêmio Monográfico Cesar Ades: Desafios para o Futuro da Psicologia”, com o objetivo estimular nos estudantes e profissionais da área uma reflexão acerca do futuro da profissão.
               
Destaca-se ainda a contribuição do Professor Titular Arno Engelmann, reconhecido nacional e internacionalmente como um destacado pesquisador da gestalt. Seus temas de pesquisa envolvem a investigação dos estados subjetivos perceptuais e emotivos, a teoria dos escalões de perceptos, a psicologia da gestalt e estudos sobre a epistemologia e a história da psicologia. Dentre suas várias publicações podem ser mencionadas: os livros “Os estados subjetivos” e “Wolfgang Köhler”, ambos publicados em 1978 pela Editora Ática; e os artigos “Da conceituação de estado subjetivo até a proposição dos escalões de percepto” e “A Psicologia da Gestalt e a ciência empírica contemporânea” (2002).
          
A Professora Titular Dora Selma Fix Ventura foi idealizadora e fundadora do Núcleo de Neurociências e Comportamento da USP e do segundo Programa de Pós-graduação do Departamento de Psicologia Experimental, o Programa em Neurociências e Comportamento. Dora fundou em 1968 o Laboratório de Psicofisiologia Sensorial, no Instituto de Psicologia da USP, para estudar mecanismos neurais da visão através de métodos comportamentais e eletrofisiológicos. Na década de 1990 fundou o Laboratório da Visão, dedicado à pesquisa aplicada em Psicofísica e Eletrofisiologia Visual Clínica. Presidente da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (1996-2001), da Brazilian Research Association in Vision and Ophthalmology (2010-2012) e da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (1991-1994). É Grã Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico, membro titular da Academy of Sciences for the Developing World (TWAS), da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (ACIESP), recebeu a Medalha CAPES 50 anos e a Medalha Neurociências Brasil. Entre as suas publicações podem ser mencionados os artigos “UV responses in the retina of the turtle” (1999) e “Large-sample population age norms for visual acuities obtained with Vistech/Teller acuity cards” (1995). Em 2013, recebeu os prêmios: Prêmio Neurovisão Dora Ventura, instituído e concedido no I Congresso Brasileiro de Neurovisão, Laboratório de Pesquisa Aplicada à Neurovisão, Universidade Federal de Minas Gerais.; Premio Rubén Ardila a la Investigación Científica en Psicología 2013, outorgado durante o XXXIV Congreso Interamericano de Psicología em Brasilia, Fundación para el Avance de la Psicología, Colombia; ARVO SILVER FELLOW in the Class of 2014., Association for Research in Vision and Ophthalmology; Studies on vision and visual dysfunction: a Special Issue to honor the careers of Barry Lee and Dora Fix Ventura, Psychology & Neuroscience Vol 6, No 2 (2013) - www.psycneuro.org.


« voltar

 


Instituto de Psicologia da USP

Av. Prof. Mello Moraes 1721
CEP 05508-030
Cidade Universitária - São Paulo - SP

Your are currently browsing this site with Internet Explorer 6 (IE6).

Your current web browser must be updated to version 7 of Internet Explorer (IE7) to take advantage of all of template's capabilities.

Why should I upgrade to Internet Explorer 7? Microsoft has redesigned Internet Explorer from the ground up, with better security, new capabilities, and a whole new interface. Many changes resulted from the feedback of millions of users who tested prerelease versions of the new browser. The most compelling reason to upgrade is the improved security. The Internet of today is not the Internet of five years ago. There are dangers that simply didn't exist back in 2001, when Internet Explorer 6 was released to the world. Internet Explorer 7 makes surfing the web fundamentally safer by offering greater protection against viruses, spyware, and other online risks.

Get free downloads for Internet Explorer 7, including recommended updates as they become available. To download Internet Explorer 7 in the language of your choice, please visit the Internet Explorer 7 worldwide page.