{"id":14870,"date":"2016-11-28T12:02:12","date_gmt":"2016-11-28T15:02:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ip.usp.br\/site\/?page_id=14870"},"modified":"2022-11-08T10:38:25","modified_gmt":"2022-11-08T13:38:25","slug":"arley-andriolo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ip.usp.br\/site\/arley-andriolo\/","title":{"rendered":"Arley Andriolo"},"content":{"rendered":"<table style=\"border-collapse: collapse;width: 100%\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 11.4653%\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-20004 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/www.ip.usp.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Arley_Foto_2013-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/><span style=\"color: #ffffff\">..<\/span><\/td>\n<td style=\"width: 0.731529%\"><\/td>\n<td style=\"width: 88.0424%;text-align: right\"><strong>Departamento de Psicologia Social e do Trabalho<\/strong><br \/>\n<strong>Linhas de Pesquisa<\/strong>: Psicologia Social de Fen\u00f4menos Hist\u00f3rico-Culturais Espec\u00edficos. Alteridade. Artes pl\u00e1sticas populares. Ateli\u00eas terap\u00eauticos. Corpo. Est\u00e9tica. Identidade. Intersubjetividade. Teoria da Arte. Psicologia Social e &#8220;Primitivismo Art\u00edstico&#8221;. Percep\u00e7\u00e3o e Experi\u00eancia Est\u00e9tica na Vida Social. Hist\u00f3ria da Percep\u00e7\u00e3o. Id\u00e9ias Psicol\u00f3gicas. Turismo Cultural. Arte e vida social. Cidade Hist\u00f3rica.<br \/>\n<strong>Telefone<\/strong>: 55 11-3091-4361 |\u00a0<a href=\"mailto:arley@usp.br\">arley@usp.br<\/a>\u00a0|\u00a0<em><a href=\"http:\/\/buscatextual.cnpq.br\/buscatextual\/visualizacv.do?id=K4130297A9\">Lattes<\/a><\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify\">Professor Doutor do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia da Universidade de S\u00e3o Paulo, onde \u00e9 coordenador do Laborat\u00f3rio de Estudos em Psicologia da Arte. Bacharel e licenciado em Hist\u00f3ria (FFLCH e FE-USP), mestre em Estruturas Ambientais Urbanas (FAU-USP) e doutor em Psicologia Social (IP-USP). Trabalha junto \u00e0 linha de pesquisa \u201cPsicologia Social de Fen\u00f4menos Hist\u00f3rico-Culturais Espec\u00edficos\u201d, do Programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Psicologia Social (IP-USP), no campo da \u201cPercep\u00e7\u00e3o e experi\u00eancia est\u00e9tica na vida social\u201d, em projetos dedicados \u00e0 compreens\u00e3o da vida social das imagens, da percep\u00e7\u00e3o, da est\u00e9tica e da arte. Objetiva descrever a g\u00eanese hist\u00f3rica e psicossocial da experi\u00eancia cognitiva, perceptiva e est\u00e9tica, com base no conhecimento da imagem, mediante abordagem morfol\u00f3gica, fenomenol\u00f3gica e hermen\u00eautica em Psicologia Social, em tr\u00eas eixos: (1) M\u00e9todo em psicologia social dos fen\u00f4menos imag\u00e9ticos, est\u00e9ticos e art\u00edsticos; (2) Vida social das imagens; (3) Processo social da arte. Publicou dois livros para o p\u00fablico jovem: Modernidade e modernismo: transforma\u00e7\u00f5es culturais e art\u00edsticas no Brasil do in\u00edcio do s\u00e9culo XX (S\u00e3o Paulo: Saraiva, 2001) e Viver e morar no s\u00e9culo XVIII, Minas Gerais, Mato Grosso e Goi\u00e1s (S\u00e3o Paulo: Saraiva, 1999). Alguns de seus estudos podem ser lidos nos seguintes artigos: \u201cA pintura \u00e9 um tra\u00e7o de nossa rela\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica com o mundo\u201d (Revista Poi\u00e9sis, n. 17, Jul. 2011); \u201cA recep\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o de arte incomum e a quest\u00e3o da dura\u00e7\u00e3o dos julgamentos art\u00edsticos\u201d (Revista Visualidades, v. 8, n. 2, 2010); \u201cEntre a ru\u00edna e a obra de arte: psicossociologia da percep\u00e7\u00e3o da cidade hist\u00f3rica tur\u00edstica\u201d (Estudos de Psicologia, 14(2), maio-agosto, 2009).<\/p>\n<h3>Disciplinas<\/h3>\n<h4>Gradua\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>PST1564 &#8211; Processos Cognitivos em Psicologia Social<br \/>\nPST2675 &#8211; Psicologia Social da Arte<\/p>\n<h4>P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>PST5826 &#8211; Arte e percep\u00e7\u00e3o: o turista, o artista e o viajante<br \/>\nPST5845 &#8211; Arte do processo social: psicologia, est\u00e9tica e fenomenologia<\/p>\n<h3>Projetos de pesquisa<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">Psicologia Social da Imagem<br \/>\nA psicologia historicamente defrontou-se com imagens. A quest\u00e3o que se coloca hoje volta-se para um conhecimento espec\u00edfico das imagens. No campo da Psicologia Social, a produ\u00e7\u00e3o de imagens tem sido instrumento de pesquisa e a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica faz notar um interesse crescente sobre \u201ca imagem de si\u201d ou sobre a \u201cimagem corporal\u201d, recolocando em discuss\u00e3o os estudos de filosofia e psican\u00e1lise, e as imagens da internet atraem novos projetos. Nota-se, ent\u00e3o, um triplo sentido da imagem: (1) como ilustra\u00e7\u00e3o do conhecimento em psicologia; (2) como documento p\u00fablico; (3) como procedimento de pesquisa. No primeiro caso, a posi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica deve indagar sobre a natureza da ilustra\u00e7\u00e3o, no segundo, h\u00e1 interlocu\u00e7\u00e3o com os estudos de cultura visual, enquanto, no terceiro, dialoga-se com os chamados m\u00e9todos visuais. Em todos os casos, solicita-se interpreta\u00e7\u00e3o da imagem; trata-se da compreens\u00e3o de processos sociais de significa\u00e7\u00e3o. Este projeto tem dedicado especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 compreens\u00e3o da articula\u00e7\u00e3o das imagens nas redes discursivas da psicopatologia, nas imagens do inconsciente e da arte bruta, nas trocas entre imagens art\u00edsticas e imagens tur\u00edsticas, a paisagem e a Natureza. O dom\u00ednio da imagem na psicologia social \u00e9 o estudo de processos sociais nos quais a imagem n\u00e3o \u00e9 apenas uma coisa f\u00edsica, mas um movimento de media\u00e7\u00f5es entre o objeto ic\u00f4nico e as imagens mentais (e corporais) dos observadores. Assim, os movimentos de transforma\u00e7\u00e3o da imagem entre uns e outros, enquanto fen\u00f4meno imag\u00e9tico no processo social, na vida intersubjetiva, como um campo de significa\u00e7\u00e3o est\u00e9tica, pol\u00edtica, econ\u00f4mica e cultural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Processo Social da Arte<br \/>\nSua atividade b\u00e1sica \u00e9 descrever a g\u00eanese hist\u00f3rica e psicossocial da experi\u00eancia est\u00e9tica, com base na percep\u00e7\u00e3o, mediante uma abordagem fenomenol\u00f3gica. Procura-se compreender processos sociais no tempo hist\u00f3rico e contempor\u00e2neo, analisando a recep\u00e7\u00e3o das obras de arte, o campo das artes, as pr\u00e1ticas art\u00edsticas, as repercuss\u00f5es da arte na vida social. Especificamente, seu objetivo \u00e9 a formula\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos adequados \u00e0 psicologia social dos fen\u00f4menos est\u00e9ticos e art\u00edsticos, por meio da discuss\u00e3o de teorias que versem sobre: A) psicologia da arte e vida social; B) psicologia da experi\u00eancia est\u00e9tica; C) m\u00e9todos de pesquisa em psicologia social e psicologia da arte.<\/p>\n<h3>Extens\u00e3o<\/h3>\n<p>Coordenador do grupo de estudos \u201cPropileus: Fenomenologia e Percep\u00e7\u00e3o\u201d. Nome em homenagem a Goethe, Meyer e Schiller, os quais editaram uma revista dedicada \u00e0s artes, entre 1798 e 1800, cujo t\u00edtulo era Propileus \u2013 refer\u00eancia \u00e0 entrada da Acr\u00f3pole, separando o espa\u00e7o profano dos homens e o espa\u00e7o sagrado dos deuses. Trata-se de um espa\u00e7o de media\u00e7\u00f5es, no qual se situa o grupo, entre o conhecimento dentro e fora da universidade, entre distintas \u00e1reas do conhecimento. Sediado em uma universidade p\u00fablica, com atividades abertas aos interessados, visa contribuir para o conhecimento do campo social e apoiar a pesquisa de fen\u00f4menos imag\u00e9ticos, art\u00edsticos e est\u00e9ticos, mantendo o di\u00e1logo com pesquisadores de outras \u00e1reas na configura\u00e7\u00e3o de um quadro conceitual e metodol\u00f3gico no contexto da morfologia, da fenomenologia e da hermen\u00eautica em suas diversidades.<\/p>\n<h3>Grupos de pesquisa<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">Imagem e Mobilidade: Grupo de pesquisa em parceria entre o Laborat\u00f3rio de Estudos em Psicologia da Arte (Instituto de Psicologia\/USP) e o P\u00f3lo Imagem e Informa\u00e7\u00e3o (Institut de Management \/Universit\u00e9 de Savoie), este na figura do Prof. Jacques Ibanez-Bueno. Grupo Internacional de Pesquisa sobre Imagem, Comunica\u00e7\u00e3o e Artes. O projeto versa sobre os estudos da imagem, confrontando m\u00e9todos nas disciplinas psicologia social e ci\u00eancias da comunica\u00e7\u00e3o, em abordagens provenientes da antropologia visial e da hist\u00f3ria das imagens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Experi\u00eancias de turismo de base comunit\u00e1ria no Vale do Ribeira: Membro do projeto coordenado pelo Prof. Dr. Alessandro dos Santos Oliveira. Objetivos: (I) descrever as experi\u00eancias de turismo de base comunit\u00e1ria de tr\u00eas comunidades do Vale do Ribeira\/SP identificando as estrat\u00e9gias, os resultados alcan\u00e7ados e a rela\u00e7\u00e3o com o mercado tur\u00edstico; (II) investigar se essas experi\u00eancias t\u00eam como efeito o desenvolvimento de processos sociais de enraizamento nas comunidades; (III) sistematizar as recomenda\u00e7\u00f5es e li\u00e7\u00f5es aprendidas com essas experi\u00eancias para que possam servir de modelos e\/ou ser aplicadas em outras localidades da regi\u00e3o e do pa\u00eds.<\/p>\n<h3>Laborat\u00f3rio<\/h3>\n<p>Coordenador do Laborat\u00f3rio de Estudos em Psicologia da Arte (LAPA), fundado em 1993, o qual re\u00fane pesquisadores de forma\u00e7\u00f5es diversas (psicologia, artes, hist\u00f3ria, etc.) dispostos a realizar trabalhos em Psicologia Social, na interface do campo social com fen\u00f4menos de artes e est\u00e9tica. Possui 10 doutorandos, 2 mestrando, 3 graduandos em inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e 3 pesquisadores externos. Seus membros distribuem-se em duas linhas de pesquisa, \u201cArte e Psican\u00e1lise\u201d e \u201cPercep\u00e7\u00e3o e Experi\u00eancia Est\u00e9tica na Vida Social\u201d, respectivamente orientadas pelo professor Arley Andriolo.<\/p>\n<h3>Publica\u00e7\u00e3o selecionadas<\/h3>\n<p style=\"vertical-align: baseline;text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'Georgia','serif';color: #333333\">ANDRIOLO, Arley. Metamorfoses do olhar na viagem de Goethe \u00e0 It\u00e1lia. ArtCultura, Uberl\u00e2ndia, UFU, v. 13, n. 23, Uberl\u00e2ndia, jul.-dez. 2011, pp. 114-127. ISSN Vers\u00e3o impressa: 1516-8603. ISSN Vers\u00e3o on-line: 2178-3845. (dispon\u00edvel no site: <a href=\"http:\/\/www.artcultura.inhis.ufu.br\/index.php\">http:\/\/www.artcultura.inhis.ufu.br\/index.php<\/a>)<br \/>\nANDRIOLO, Arley. A pintura \u00e9 um tra\u00e7o de nossa rela\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica com o mundo. Revista Poi\u00e9sis, Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Estudos Contempor\u00e2neos das Artes da Universidade Federal Fluminense. Niter\u00f3i: PPGCA\/PROPP, n. 17, Jul. 2011. ISSN 2177-8566 (dispon\u00edvel no site: <a href=\"http:\/\/www.poiesis.uff.br\/\">http:\/\/www.poiesis.uff.br\/<\/a>)<br \/>\nANDRIOLO, Arley. A percep\u00e7\u00e3o da \u201carte barroca\u201d: psicologia social e recep\u00e7\u00e3o est\u00e9tica. In: AJZENBERG, E. &amp; MUNANGA, K. (orgs.). Arte, Cidade e Meio Ambiente. S\u00e3o Paulo: MAU-USP\/Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Interunidades em Est\u00e9tica e Hist\u00f3ria da Arte, 2010, pp. 95-109.<br \/>\nANDRIOLO, Arley. Entre a ru\u00edna e a obra de arte: psicossociologia da percep\u00e7\u00e3o da cidade hist\u00f3rica tur\u00edstica. Estudos de Psicologia. Natal\/RN, 14(2), maio-agosto, 2009, pp. 159-166. (dispon\u00edvel no site: <a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/epsic\">www.scielo.br\/epsic<\/a>)<br \/>\nANDRIOLO, A. Actividad pict\u00f3rica y imagen percibida: la ciudad hist\u00f3rico-tur\u00edstica de Ouro Preto. Estudios y Perspectivas en Turismo. Buenos Aires, vol. 17, n. 1-2, enero-abril 2008, pp. 170-184. (dispon\u00edvel no site: <a href=\"http:\/\/www.estudiosenturismo.com.ar\">www.estudiosenturismo.com.ar<\/a>)<br \/>\nANDRIOLO, Arley. A significa\u00e7\u00e3o das obras populares no campo da Hist\u00f3ria da Arte. In: RIBEIRO, Mar\u00edlia Andr\u00e9s e RIBEIRO, Maria Izabel Branco (orgs.). Anais do XXVI Col\u00f3quio do Comit\u00ea Brasileiro de Hist\u00f3ria da Arte. Belo Horizonte: C\/Arte, 2007, pp. 41-51.<br \/>\nANDRIOLO, Arley. Fenomenologia e arte moderna: contra o esquecimento dos processos cognitivos na vida cotidiana. In: PATTO, Maria Helena &amp; FRAYZE-PEREIRA, Jo\u00e3o (orgs.). Pensamento cruel \u2013 humanidades e ci\u00eancias humanas: h\u00e1 lugar para a psicologia? S\u00e3o Paulo: Casa do Psic\u00f3logo, 2007, pp. 249-264.<br \/>\nANDRIOLO, Arley. O m\u00e9todo comparativo na origem da Psicologia da Arte. Psicologia USP, S\u00e3o Paulo, v. 17, n. 2, 2006, pp. 43-57.<br \/>\nANDRIOLO, Arley. O sil\u00eancio da \u201cpintura ing\u00eanua\u201d no ateli\u00ea psiqui\u00e1trico. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Bras\u00edlia, v. 22, n. 2, 2006, pp. 227-232. (dispon\u00edvel no site: <a href=\"http:\/\/www.scielo.br\">www.scielo.br<\/a>)<br \/>\nANDRIOLO, Arley. O corpo do artista na experi\u00eancia est\u00e9tica contempor\u00e2nea. Ide, Sociedade Brasileira de Psican\u00e1lise de S\u00e3o Paulo, S\u00e3o Paulo, n. 41, 2005, pp. 45-49.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>.. Departamento de Psicologia Social e do Trabalho Linhas de Pesquisa: Psicologia Social de Fen\u00f4menos Hist\u00f3rico-Culturais Espec\u00edficos. Alteridade. 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