{"id":15711,"date":"2016-12-01T13:02:15","date_gmt":"2016-12-01T16:02:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ip.usp.br\/site\/?page_id=15711"},"modified":"2022-11-08T11:02:50","modified_gmt":"2022-11-08T14:02:50","slug":"fabio-de-oliveira-3","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ip.usp.br\/site\/fabio-de-oliveira-3\/","title":{"rendered":"F\u00e1bio de Oliveira"},"content":{"rendered":"<table style=\"border-collapse: collapse;width: 100%\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 12.8598%\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-29876 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/www.ip.usp.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/f\u00e1bio-de-oliveira-Copia-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/td>\n<td style=\"width: 87.1403%;text-align: right\"><strong>Departamento de Psicologia Social e do Trabalho<\/strong><br \/>\n<strong>Linhas de Pesquisa<\/strong>: Trabalho, Cotidiano e Micropol\u00edtica. Fundamentos Te\u00f3rico-Metodol\u00f3gicos da Psicologia Social do Trabalho.\u00a0Economia Solid\u00e1ria, Autogest\u00e3o e Cooperativismo.<br \/>\nPsicologia Social do Trabalho no Campo da Sa\u00fade do Trabalhador.<br \/>\n<strong>Telefone<\/strong>: 55 11-3091-4184 | <a href=\"mailto:fabioliv@usp.br\">fabioliv@usp.br<\/a>\u00a0| <em><a href=\"http:\/\/buscatextual.cnpq.br\/buscatextual\/visualizacv.do?id=K4791082A6\">Lattes<\/a>\u00a0<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Possui gradua\u00e7\u00e3o em Psicologia pela USP (1992), mestrado em Psicologia Social pela mesma universidade (1997) e doutorado em Psicologia Social pela PUC-SP (2005). Realizou estudos de p\u00f3s-doutoramento no Instituto de Ci\u00eancias Sociais da Universidade de Lisboa em 2012. Foi psic\u00f3logo do Centro de Psicologia Aplicada ao Trabalho da USP entre 1996 e 2013, docente da PUC-SP entre 1997 e 2013 e coordenador da Incubadora Tecnol\u00f3gica de Cooperativas Populares da PUC-SP entre 2001 e 2003. \u00c9 membro do Grupo de Trabalho (GT) \u201cTrabalho e processos organizativos na contemporaneidade\u201d da ANPEPP e do Laborat\u00f3rio de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho, Movimentos Sociais e Pol\u00edticas Sociais (TraMPoS). Sua atividade de pesquisa est\u00e1 voltada para o estudo dos processos pelos quais as pessoas constroem suas vidas em comum no trabalho e em outras atividades econ\u00f4micas. Mais especificamente, busca compreender como se engendram os processos de trabalho no cotidiano a partir das condi\u00e7\u00f5es concretas e das rela\u00e7\u00f5es entre pessoas. Essa linha de investiga\u00e7\u00e3o inclui o interesse por temas como: rela\u00e7\u00f5es de poder no trabalho, cr\u00edtica \u00e0 gest\u00e3o tradicional, flexibiliza\u00e7\u00e3o do trabalho, terceiriza\u00e7\u00e3o, precariza\u00e7\u00e3o, formas de emancipa\u00e7\u00e3o, autogest\u00e3o, cooperativismo e economia solid\u00e1ria. Espera-se com esse trabalho reunir elementos que possam contribuir para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de desenvolvimento local, pol\u00edticas p\u00fablicas de trabalho e programas de gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, bem como para a melhoria das condi\u00e7\u00f5es de trabalho e de vida das pessoas.<\/p>\n<h3>Disciplinas<\/h3>\n<ul>\n<li>Psicologia Social dos Processos Organizativos: Pr\u00e1ticas Cotidianas e Trabalho<\/li>\n<li>Trabalho e Sa\u00fade: a Compreens\u00e3o a Partir da Psicologia Social<\/li>\n<li>Psicologia Social do Trabalho e das Organiza\u00e7\u00f5es<\/li>\n<li>Lideran\u00e7a e Comportamento Humano<\/li>\n<li>A Psicologia Social do Trabalho e suas Interlocu\u00e7\u00f5es<\/li>\n<li>Trabalho e Cotidiano: Aproxima\u00e7\u00f5es Te\u00f3ricas e Metodol\u00f3gicas<\/li>\n<li>Trabalho, Subjetividade e Sa\u00fade: Uma Abordagem Psicossocial<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Projetos<\/h3>\n<p><strong>Uberiza\u00e7\u00e3o do trabalho e subjetividade: aspectos psicossociais da precariza\u00e7\u00e3o no contexto neoliberal<br \/>\n<\/strong>Este projeto faz parte de um programa de pesquisa mais amplo a respeito das repercuss\u00f5es psicossociais da precariza\u00e7\u00e3o do trabalho decorrente de diversas formas de flexibiliza\u00e7\u00e3o. Ele aborda a chamada uberiza\u00e7\u00e3o do trabalho, isto \u00e9, uma modalidade de terceiriza\u00e7\u00e3o do trabalho na qual empresas oferecem plataformas digitais para conectar prestadores de servi\u00e7os, os mais diversos, a consumidores. Ao mesmo tempo em que a uberiza\u00e7\u00e3o desponta como candidata a substituir as formas convencionais de regula\u00e7\u00e3o do trabalho, ela traz consigo a amea\u00e7a de uma amplia\u00e7\u00e3o radical da precariza\u00e7\u00e3o do trabalho. Por meio da an\u00e1lise do debate p\u00fablico sobre a uberiza\u00e7\u00e3o, de observa\u00e7\u00f5es das atividades de trabalho realizadas e de entrevistas com trabalhadores, o projeto pretende compreender as repercuss\u00f5es da uberiza\u00e7\u00e3o na vida dessas pessoas, o que ser\u00e1 feito a partir da an\u00e1lise das tens\u00f5es entre atividade prescrita e atividade real, dos processos de renormaliza\u00e7\u00e3o que orientam o trabalho realizado e dos conflitos de valores envolvidos.<\/p>\n<p><strong>Percursos da Psicologia Social do Trabalho: delineamento do campo e di\u00e1logos com outras abordagens<\/strong><br \/>\nO objetivo do presente projeto de pesquisa \u00e9 empreender uma reflex\u00e3o te\u00f3rica a respeito do desenvolvimento te\u00f3rico-pr\u00e1tico da Psicologia Social do Trabalho (PST) no Brasil. Procura-se-\u00e1: a) identificar os elementos que contribu\u00edram, em diferentes momentos, para a constitui\u00e7\u00e3o dessa vertente no campo cient\u00edfico das aproxima\u00e7\u00f5es da Psicologia em rela\u00e7\u00e3o ao trabalho e aos processos organizativos; e b) compreender as rela\u00e7\u00f5es que a PST estabelece com outras correntes dentro do campo. Isso ser\u00e1 feito a partir da an\u00e1lise da literatura, tendo-se como base, especialmente, textos hist\u00f3ricos, revis\u00f5es sistem\u00e1ticas dispon\u00edveis e as publica\u00e7\u00f5es mais recentes ainda n\u00e3o contempladas nas revis\u00f5es. A consecu\u00e7\u00e3o desta an\u00e1lise permitir\u00e1 preencher uma lacuna nos estudos contempor\u00e2neos sobre as abordagens psicossociais que t\u00eam o trabalho e as organiza\u00e7\u00f5es como objeto e trar\u00e1 contribui\u00e7\u00f5es significativas para o aperfei\u00e7oamento da disciplina obrigat\u00f3ria Psicologia Social do Trabalho e das Organiza\u00e7\u00f5es do curr\u00edculo do curso de psicologia do Instituto de Psicologia da Universidade de S\u00e3o Paulo e para nossas outras linhas de pesquisa.<\/p>\n<p><strong>As entranhas do trabalho: os estudos sobre o cotidiano laboral em uma perspectiva interdisciplinar<\/strong><br \/>\nEste projeto de investiga\u00e7\u00e3o teve como objetivo desenvolver a an\u00e1lise, o debate e o aprofundamento te\u00f3rico e metodol\u00f3gico dos estudos sobre a vida cotidiana no trabalho, tendo como ponto de partida as produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas luso-brasileiras. A investiga\u00e7\u00e3o fez-se a partir do di\u00e1logo interdisciplinar entre a antropologia do trabalho, a ergologia e psicologia social do trabalho e buscou sistematizar as contribui\u00e7\u00f5es m\u00fatuas entre esses campos cient\u00edficos, suas aproxima\u00e7\u00f5es e seus afastamentos na tematiza\u00e7\u00e3o e na apropria\u00e7\u00e3o da atividade humana no trabalho a partir da perspectiva do cotidiano. A an\u00e1lise comparativa destacou alguns eixos que diferenciam as formas de aproxima\u00e7\u00e3o ao objeto, que se referem \u00e0s rela\u00e7\u00f5es estabelecidas entre saberes pr\u00e1ticos e t\u00e9cnico-cient\u00edficos e aos modos de interven\u00e7\u00e3o sobre as situa\u00e7\u00f5es de trabalho. A localiza\u00e7\u00e3o em cada um desses eixos depende da maior ou menor filia\u00e7\u00e3o \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es da antropologia ou da ergonomia. As abordagens comparadas compartilham o interesse por conhecer o trabalho real, o valor conferido aos conhecimentos dos trabalhadores e a sensibilidade para as dimens\u00f5es micropol\u00edticas do cotidiano.<\/p>\n<h3>Extens\u00e3o<\/h3>\n<ul>\n<li>Assessoria a empreendimentos de economia solid\u00e1ria e incubadoras<\/li>\n<li>Assessoria no campo da Sa\u00fade do Trabalhador<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Grupos de Pesquisa<\/h3>\n<ul>\n<li>Neoliberalism, Work, and Subjectivity Research Network<\/li>\n<li>GT da ANPEPP Trabalho e processos organizativos na contemporaneidade<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Laborat\u00f3rios<\/h3>\n<ul>\n<li>Laborat\u00f3rio de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho, Movimentos Sociais e Pol\u00edticas Sociais (TraMPoS)<\/li>\n<li>Centro de Psicologia Aplicada ao Trabalho (CPAT) do IPUSP<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Publica\u00e7\u00f5es<\/h3>\n<p>Oliveira, F., Sato, L., Queiroz, C. C. M., Sak\u00f4, D. H., Oliveira, F. M. U., Bastos, J. A., Andrada, C. F., &amp; Mortada, S. P. (2018). Pesquisa-interven\u00e7\u00e3o participativa com trabalhadores da Unidade de Manuten\u00e7\u00e3o de uma universidade p\u00fablica: precariza\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria e resist\u00eancia. Revista Brasileira de Sa\u00fade Ocupacional, 43 (Supl. 1), e3s.<br \/>\nCoutinho, M. C. &amp; Oliveira, F. (2017). Algumas ferramentas te\u00f3ricas para o estudo psicossocial do trabalho: pr\u00e1ticas cotidianas, processos de significa\u00e7\u00e3o e identidades. In L. Sato, M. H. Bernardo &amp; M. C. Coutinho (Orgs.), Psicologia social do trabalho (pp. 81-102). Petr\u00f3polis, RJ: Vozes.<br \/>\nOliveira, F. (2017). O trabalho como fen\u00f4meno psicossocial. In N. da Silva Junior &amp; W. Zangari (Orgs.). A psicologia social e a quest\u00e3o do h\u00edfen (pp. 279-283). S\u00e3o Paulo: Blucher.<br \/>\nRibeiro, M. A., Oliveira, F., Bernardo, M. H., &amp; Navarro, V. L. (2017). Pr\u00e1ticas em Psicologia Social do Trabalho: pesquisa e interven\u00e7\u00e3o. In L. Sato, M. H. Bernardo &amp; M. C. Coutinho (Orgs.), Psicologia social do trabalho (pp. 103-126). Petr\u00f3polis, RJ: Vozes.<br \/>\nNeves, T. F. S., Oliveira, F., Farina, A. S., &amp; Ribeiro, F. (2017). Um pouco da hist\u00f3ria de uma experi\u00eancia de forma\u00e7\u00e3o em psicologia social do trabalho em uma universidade p\u00fablica. Mnemosine, 13 (2), 207-251.<br \/>\nBernardo, M. H., Oliveira, F., Souza, H. A., &amp; Sousa, C. C. (2017). Linhas paralelas: as distintas aproxima\u00e7\u00f5es da Psicologia em rela\u00e7\u00e3o ao trabalho. Estudos de Psicologia (Campinas), 34 (1), 15-24.<br \/>\nCoutinho, M. C., Oliveira, F., &amp; Sato, L. (2016). Olhar o cotidiano: percursos para uma psicologia social do trabalho. Psicologia USP, 27 (2), 130-136.<br \/>\nOliveira, F., Esteves, E. G., Bernardo, M. H., &amp; Sato, L. (2015). Psychologie sociale du travail: rencontres entre recherche et intervention. Bulletin de Psychologie, 2 (536), 93-104.<br \/>\nOliveira, F. (2014). Os sentidos do cooperativismo: entre a autogest\u00e3o e a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho. S\u00e3o Paulo: LTr.<br \/>\nOliveira, F. (2014). Perspectivas psicossociais para o estudo do cotidiano de trabalho. Psicologia USP, 21 (1), 41-50.<br \/>\nOliveira, F. (2014). Os sentidos do cooperativismo: entre a autogest\u00e3o e a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho. S\u00e3o Paulo: LTr.<br \/>\nSato, L., Andrada, C. F., \u00c9vora, I. M. A., Neves, T. F. S., &amp; Oliveira, F. (2011). As tramas psicossociais da coopera\u00e7\u00e3o e da competi\u00e7\u00e3o em diferentes contextos de trabalho. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 63, 2-14.<br \/>\nOliveira, F. &amp; Leirner, A. N. (2009). Rela\u00e7\u00f5es de trabalho, processos cotidianos e empreendimentos de economia solid\u00e1ria: duas experi\u00eancias do Programa Oportunidade Solid\u00e1ria. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, 12 (2), 243-256.<br \/>\nSato, L. &amp; Oliveira, F. (2008). Compreender a gest\u00e3o a partir do cotidiano de trabalho. Aletheia, 27, 88-197.<br \/>\nSato, L., Bernardo,M. H., &amp; Oliveira, F. (2008). Psicologia social do trabalho e cotidiano: a viv\u00eancia de trabalhadores em diferentes contextos micropol\u00edticos. Psicolog\u00eda para Am\u00e9rica Latina, 15.<br \/>\nOliveira, F. (2007). A persist\u00eancia da no\u00e7\u00e3o de ato inseguro e a constru\u00e7\u00e3o da culpa: os discursos sobre os acidentes de trabalho em uma ind\u00fastria metal\u00fargica. Revista Brasileira de Sa\u00fade Ocupacional, 32 (115), 19-27.<br \/>\nOliveira, F. (2007). Os sentidos do cooperativismo de trabalho: as cooperativas de m\u00e3o-de-obra \u00e0 luz da viv\u00eancia dos trabalhadores. Psicologia &amp; Sociedade, 19 (n. esp.), 75-83.<br \/>\nLima, A. B. &amp; Oliveira, F. (1995). Repercuss\u00f5es psicossociais da LER: grupos de qualidade de vida e ideologia da culpabiliza\u00e7\u00e3o. In W. Codo &amp; M. C. C. G. Almeida (Orgs.), Les\u00f5es por esfor\u00e7os repetitivos \u2013 diagn\u00f3stico, tratamento e preven\u00e7\u00e3o: uma abordagem multidisciplinar (pp. 136-159). Petr\u00f3polis: Vozes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Departamento de Psicologia Social e do Trabalho Linhas de Pesquisa: Trabalho, Cotidiano e Micropol\u00edtica. Fundamentos Te\u00f3rico-Metodol\u00f3gicos da Psicologia Social do Trabalho.\u00a0Economia Solid\u00e1ria, Autogest\u00e3o e Cooperativismo. Psicologia Social do Trabalho no Campo da Sa\u00fade do Trabalhador. 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